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sexta-feira, 23 de junho de 2017

VEJAM AQUI, A LISTA DAS CIDADES BRASILEIRAS QUE SERÁ POSSÍVEL VER O ECLIPSE!

Eclipse Solar 2017


Muita gente e sites falando sobre o eclipse total, mas poucos mencionando o que para nós brasileiros interessa. Quais as principais cidades do nosso país será possível visualiza-lo. Mas antes vamos falar um pouco sobre ele.

   
Próximo  
Eclipse Solar Total em 2017 ocorrerá em 21 de  agosto (Segunda-feira).
No entanto, para os brasileiros, este eclipse será visto apenas de forma parcial. A previsão é que o eclipse total (o sol totalmente coberto pela lua), seja visível apenas na América do Norte e Caribe.

Um eclipse total do sol não é visto nos Estados Unidos desde 1979.
O eclipse solar começará às 15:45 (UTC), atingindo o seu auge às 18:20 (UTC), nas proximidades do estado de Kentucky, nos Estados Unidos.
Este será o segundo eclipse solar de 2017, porém o de maior significância. Em 26 de fevereiro de 2017 ocorreu um eclipse solar anular, visível apenas no centro-sul da América do Sul, no centro-sul da África e na Antártida.

No oeste da Europa, norte da América do Sul e também no oeste da África será possível admirar este fenômeno astronômico parcialmente.


Agora vamos à lista:

De acordo com o tempo internacional, um eclipse solar irá ocorrer em 21 de Agosto de 2017, que será visível em algumas partes do mundo. A seguir o SOPRO SOLAR mostra as principais cidades no Brasil que o eclipse poderá ser visível (note que trata-se de uma pequena lista de algumas das principais cidades, o eclipse pode ser visível a partir de outras cidades não listados aqui). 

Cidade; Eclipse visível? Fase: 

Brasília Sim Parcial 
Rio Branco Sim Parcial 
Maceió Sim Parcial 
Macapá Sim Parcial 
Manaus Sim Parcial 
Salvador Sim Parcial 
Fortaleza Sim Parcial 
Vitória Não - 
Goiânia Sim Parcial 
São Luís Sim Parcial 
Cuiabá Não - 
Campo Grande Não - 
Belo Horizonte Não - 
Belém Sim Parcial 
João Pessoa Sim Parcial 
Curitiba Não - 
Recife Sim Parcial 
Teresina Sim Parcial 
Rio de Janeiro Não - 
Natal Sim Parcial 
Porto Alegre Não - 
Porto Velho Sim Parcial 
Boa Vista Sim Parcial 
Florianópolis Não - 
São Paulo Não - 
Aracaju Sim Parcial 
Palmas Sim Parcial

Veja: A área coberta pela sombra da lua no nosso planeta. 































Nunca é demais lembrar:
Proteja seus olhos. Os observadores devem ter muito cuidado ao ver o eclipse solar. Nunca olhe para o Sol a olho nu. Para visualizar de forma segura o eclipse solar parcial(Brasil), deve-se usar óculos de sol, telescópios e binóculos com filtros especiais. Nunca utilize estes equipamentos sem filtros especiais. O ultravioleta do sol e da luz infravermelha pode prejudicar o olho se as pessoas olharem para o Sol diretamente.


Uma outra opção é aquele filtro que os soldadores usam, e que seja de número 14 para cima. Dá para encontrar em qualquer loja de material de construção perto de casa. E é interessante porque só passa um percentual de 0,003% da radiação solar. 



  • Nada de chapas de raio-x ou negativos de filme! 




Em outro post, falaremos mais sobre esse maravilhoso fenômeno Astronômico.
Claro! 
Tem até teorias do Fim do Mundo ligadas a esse fenômeno, que nunca faltam.













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terça-feira, 16 de maio de 2017

TELESCÓPIO RUSSO INAUGURADO EM MINAS! VOCÊ VIU?

Telescópio russo de alta tecnologia é inaugurado em Minas Gerais


Observatório do Pico dos Dias, em Brazópolis (MG), inaugurou um telescópio russo que vinha sendo montado desde o ano passado. O equipamento, de alta tecnologia, será o mais avançado em funcionamento no Brasil. Com 75 centímetros (cm) de abertura, ele terá campo de visão mais abrangente e será capaz de mapear área maior que qualquer outro instalado em solo nacional.

Telescópio   russo   é   inaugurado   no   Observatório   do  Pico   dos   Dias,   em
Brazópolis (MG), e é o mais avançado em funcionamento no Brasi.
Foto: Agência Brasil

O telescópio será voltado para o monitoramento de lixo espacial e para diagnosticar possíveis colisões com a Terra, com outros detritos espaciais e com satélites. A instalação é resultado de um acordo assinado em abril do ano passado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI) e a Roscosmos, 

  agência espacial russa que se comprometeu com um investimento estimado em R$ 10 milhões. Em contrapartida, o Brasil ofereceria estrutura para operação do equipamento, além de arcar com os custos de energia e internet, entre outros.

A parceria é o desdobramento de uma pesquisa que vem sendo desenvolvida pela Rússia. Um telescópio similar já opera há alguns anos em território russo. Havia no entanto a necessidade de parceiros do Hemisfério Sul. Outros países, como a África do Sul, também estão em negociação com a Roscosmos. No Brasil, foram encontradas condições favoráveis no Observatório do Pico dos Dias.

A posição geográfica é um dos fatores que contribuiu para a escolha do local. Os telescópios no Brasil e na Rússia estarão em uma posição que possibilitará a captura de imagens complementares. Além disso, a região tem um céu que favorece a observação. O Observatório do Pico dos Dias está situado a cerca de 1,8 mil metros de altitude e é gerenciado pelo Laboratório Nacional de Astrofísica, vinculado ao MCTI. Ele já tem mais quatro telescópios. Nos próximos dias, os técnicos brasileiros que vão operar o novo equipamento passarão por um treinamento com engenheiros russos.






Brazópolis (MG) - é um município brasileiro da microrregião de Itajubá, no estado de Minas Gerais. Sua população é de 14.663 habitantes, segundo o censo realizado pelo IBGE/2010. Wikipédia

Vantagens

Com o telescópio instalado, o Brasil poderá se preparar melhor para o lançamento de satélites, uma vez que terá dados mais detalhados dos percursos do lixo espacial. Há inúmeras peças grandes viajando na órbita da Terra e suas trajetórias precisam ser observadas para prevenir um impacto que pode ser destruidor. 

Atualmente, para colocar em órbita um novo satélite, o Brasil precisa seguir recomendações da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos. No entanto, os norte-americanos não fornecem informações detalhadas. Com o novo equipamento, haverá mais elementos para escolher a melhor órbita. 
 Ainda na fase de testes, o telescópio foi capaz de detectar cerca de 200 detritos espaciais numa única imagem. "Existe uma preocupação em proteger os satélites e, com isso, garantir que serviços não sejam comprometidos. Tudo que utilizamos no dia a dia corre risco de interrupção caso um satélite em órbita seja danificado", Bruno Castilho, diretor do Laboratório Nacional de Astrofísica.
As imagens geradas pelo equipamento também vão contribuir com a pesquisa brasileira, favorecendo estudos sobre asteroides, cometas e estrelas. Todos os dados e fotos ficarão disponíveis para a comunidade científica. 

Os interessados em ter acesso a eles para fins científicos precisarão fazer uma requisição ao Laboratório Nacional de Astrofísica. "Vamos ter acesso a uma grande quantidade de dados sem custos para o país", acrescenta Castilho.


Fonte Agência Brasil





Pois é! Esse telescópio foi inaugurado no dia 5 de Abril. Se você não ficou sabendo, muita gente também não ficou. Infelizmente esse tipo de notícia não é muito divulgada no nosso país. Ajude a divulgar compartilhando essa publicação nas suas redes sociais.







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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

DESCOBERTOS NOVOS EXOPLANETAS...

SERIAM NOVAS "CASAS?"...
Uma equipe internacional de astrônomos descobriu um novo sistema solar com sete planetas do tamanho da Terra. Está a cerca de 40 anos luz de nós, orbitando em torno de uma estrela anã e fria, de um tipo de astro conhecido como "anões vermelhos".

O novo sistema solar descoberto na Trappist-1 é extraordinariamente compacto e ordenado. Seus planetas estão em um mesmo plano, como ocorre no Sistema Solar. Além disso, suas órbitas seguem um ritmo periódico e o tempo que levam para completá-las pode ser expresso em frações simples, por exemplo, 8/5 para os planetas c e b ou 5/3 para d e c. Cada planeta influi com sua gravidade na órbita do que está mais próximo dele.

Estas pequenas distorções serviram para calcular a massa dos seis planetas confirmados e indicam que, em sua origem, formaram-se longe da estrela e depois migraram na direção dela. Isso poderia significar uma forma alternativa de criar planetas rochosos que não se parece com a que conhecemos no Sistema Solar. Nas luas de Júpiter, essas distorções fazem com que as luas conservem calor interno e tenham vulcanismo, como Io, ou possíveis oceanos, como Europa. Em 2013 foi descoberto um sistema de seis planetas, três deles habitáveis, em torno da Gliese 667C, a 22 anos-luz da Terra, embora somente dois deles estejam 100% confirmados.

O que torna única a descoberta revelada hoje é que pelo menos seis de seus planetas transitam diante de sua estrela, o que permitirá analisar sua atmosfera, se é que a possuem.


Na Via Láctea, este tipo de astro é muito mais abundante que as estrelas como o Sol e, recentemente, se tornaram o lugar preferido pelos astrônomos para procurar planetas semelhantes à Terra onde possa ser encontrada vida, segundo explicaram os cientistas da NASA, durante uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira. "A questão agora não é como se encontraremos um planeta como a Terra, mas quando", disseram.

O novo sistema solar orbita em torno da estrela Trappist-1, um astro do tamanho de Júpiter encontrado na constelação de Aquário. No ano passado, uma equipe internacional de astrônomos achou três planetas orbitando este astro, com tão somente 8% da massa do Sol. Em um novo estudo publicado hoje na revista Nature, a mesma equipe confirma a existência desses três planetas e anuncia outros quatro. Todos os sete planetas tem o tamanho similar ao da Terra, mas estão muito mais próximos à sua estrela, o que permitiria que abrigassem água líquida, condição essencial para a vida, segundo um comunicado oficial do Observatório Europeu do Sul (ESO).

Em fevereiro e março de 2016 os astrônomos usaram o telescópio espacial Spitzer, da NASA, para captar as minúsculas flutuações na luz do astro que são produzidas quando os planetas passam na frente de sua estrela.

Telescópios terrestres no Chile, África do Sul, Marrocos, Estados Unidos e Ilha de La Palma, nas Canárias, direcionaram também suas lentes para a Trappist-1entre maio e setembro.

As observações confirmam a existência de seis planetas, Trappist-1 b, c, d, e, f e g, conforme sua proximidade decrescente do astro, e sugerem a existência de um sétimo, h, ainda não confirmado. Os seis planetas confirmados parecem ser rochosos, como a Terra, Marte, Vênus e Mercúrio, embora alguns possam ser muito menos densos.

A Trappist-1 e seus mundos se parecem muito com Júpiter e suas luas geladas Io, Europa, Ganimedes e Calisto, algumas também propensas a abrigar vida.

“É um sistema planetário alucinante, não só por haver tantos, mas porque seu tamanho é surpreendentemente semelhante ao da Terra”, diz Michaël Gillon, pesquisador da Universidade de Liège (Bélgica) e principal autor do estudo.

O planeta mais perto de seu sol leva um dia para completar uma órbita, e o mais distante, 12. Os três primeiros estão perto demais da estrela, o que faz com que provavelmente tenham climas abrasadores em excesso para que a água não evapore de sua superfície, segundo os modelos climáticos usados pelos astrônomos. É provável que h, com um tamanho mais parecido com os de Vênus e Marte, seja um mundo gelado por causa de sua distância da estrela. Os três planetas restantes estão dentro da chamada “zona habitável” e podem abrigar oceanos, segundo o estudo.
O mais importante desta descoberta é que pode permitir observar pela primeira vez a atmosfera de um desses planetas, explica Guillem Anglada-Escudé, astrônomo de Barcelona que trabalha na Universidade Queen Mary, de Londres. Trata-se de uma conquista científica que bem vale um Nobel e é um dos passos prévios fundamentais na busca de vida fora do Sistema Solar. No ano passado, Anglada-Escudé descobriu o exoplaneta de tamanho terrestre mais próximo da Terra, a quatro ano-luz.

Observar a atmosfera

Este mundo também orbita em torno de uma anã vermelha, Próxima Centauri, e pode estar coberto por um grande oceano.


 
Ainda está para ser visto se tem atmosfera, condição quase essencial para a vida, e se esta é observável da Terra. Nos planetas da Trappist-1 “é possível que o telescópio espacial Hubble possa analisar se há atmosfera em algum desses planetas e é bastante provável que o Telescópio Espacial James Webb, que será lançado no próximo ano, possa confirmar isso”, explica o astrônomo.
Embora não possam ser vistas a olho nu da Terra, três de cada quatro estrelas em nossa galáxia são anãs vermelhas, por isso é possível que descobertas como a desta quarta-feira se transformem na norma. O nome da estrela corresponde ao acrônimo Telescópio Pequeno para Planetas em Trânsito e Planetesimais (Trappist), um sistema de dois observatórios robóticos da Universidade de Liège que está rastreando as 60 estrelas anãs frias mais próximas da Terra em busca de planetas habitáveis.

Calcula-se que para cada planeta que se consegue detectar com este método haja “entre 20 e 100 vezes mais planetas”, explica Ignas Snellen, da Universidade de Leiden (Holanda), em um comentário ao artigo original publicado na Nature.

Por isso esse achado deve ser um lembrete para os terráqueos de que não há razões objetivas para se sentirem especiais. “Encontrar sete planetas em uma amostra [de estrelas analisadas tão pequena sugere que o Sistema Solar com seus quatro planetas rochosos pode não ser nada fora do normal”, escreve o pesquisador em um comentário ao artigo original na Nature.

Esses planetas podem abrigar vida? Impossível saber disso no momento, diz Snellen, mas “uma coisa é certa: em alguns bilhões de anos, quando o Sol tiver esgotado seu combustível e o Sistema Solar deixar de existir, a Trappist-1 continuará sendo uma estrela em sua infância. Consome hidrogênio tão devagar que continuará viva uns 10 trilhões de anos, 700 vezes mais que a idade total do Universo e, possivelmente, isso é tempo suficiente para que a vida evolua”, conclui.

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